domingo, 2 de agosto de 2009

Hilário e Eliane: Surpresa!

Ontem meu dia terminou em grande (como se costuma dizer por aqui). Começou chuvoso e dando pinta que estragaria o passeio combinado com os meu amigos (made in Brazil) Hilário e Eliane, mas a vontade de revê-los dissipou as nuvens e trouxe o brilho do sol para uma tarde que prometia.

O primeiro sorriso trocado foi no Centro Comercial Colombo. De lá, seguimos de carona num clássico Mercedes, à la Hilário, para Sintra. No caminho a Eli me fez lembrar eu quando aqui cheguei. Tudo era tão diferente do Brasil.

Toda casa de banho tem banheira. Todo banheiro não tem janela. Todo interruptor de banheiro fica do lado de fora. Nas ruas, há muitos carrões como Porches, BMWs e Mercedes conversíveis. Também há muito motorista usando calçada como estacionamento. Na verdade, eles usam qualquer brecha como estacionamento e a Eli tirou uma foto disso.

Com a moeda forte e os produtos tecnológicos e eletrônicos acessíveis, além dos eletrodomésticos de praxe, como: fogão, geladeira (frigorífico), máquina de lavar e microondas, toda a casa tem lava louça e máquina de café expresso.

A primeira e obrigatória parada em Sintra é na pastelaria Periquita. É de lá que vem os mais suculentos e famosos Travesseiros (folhado recheado com creme de amêndoa) da região. Enquanto nos deliciamos com o doce tradicional a Eli se apercebeu da Babel que nos cercava. Em Lisboa e, principalmente em Sintra, há sempre muitos extrangeiros advindos de toda a Europa. Todos tagarelando em sua língua materna.

O ar puro, a brisa mais fresca e o cheiro de verde faz de Sintra o refúgio perfeito para relaxar e namorar. Os edifícios antigos nos convidam a uma viagem no tempo que liberta nossa imaginação e nos faz esbarrar em damas da corte com seus pomposos vestidos, em reis e suas tropas, em plebeus e nos pobres cavalos que trilhavam as serras para alcançar o castelo no alto da montanha.

A gente chegou a ir no topo da cidade, mas o Palácio da Pena tinha acabado de fechar para a visitação. É como a Eli lembrou “com noites em que o Sol se põe às 21h deixa qualquer um perdido no horário”. Mas mesmo sendo quase 19h ainda deu tempo de provar uma queijada da Sapa, produzida desde 1750 e repetir a dose em um café mais abaixo.

Deixados na porta de casa sã, salvos e imensamente satisfeitos com os visitantes inexperados, eu e o Fe jantamos e para fechar bem a noite comemos bombons Lacta e bebemos Toddynho. Só os amigos para lembrar de pequenos detalhes. Obrigado Hilário. Obrigada Eliane. Obrigada Banana, mais conhecida como Fabiana.

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